XXXIV SEMINÁRIO DE DIRIGENTES SINDICAIS DA CONSTRUÇÃO E DO MOBILIÁRIO DO ESTADO DO PARANÁ
26 à 28 de janeiro de 2026
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26 à 28 de janeiro de 2026
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NOTÍCIAS EM DESTAQUE

1 de Maio - Dia do Trabalhador

Neste 1º DE MAIO, dirijo-me, especialmente, aos nossos trabalhadores da construção, do mobiliário e de outras categorias representadas no plano da FETRACONSPAR, para saudá-los pelo Dia Internacional do Trabalho, data comemorativa de nossa história e de nossas lutas. Os desafios aí estão, principalmente depois da famigerada contrarreforma trabalhista que, sob o falacioso pretexto de modernizar a legislação vigente e gerar em...

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SindusconPR e SeconciPR promovem seminário sobre gestão de riscos psico…

O SindusconPR e o SeconciPR realizaram, no dia 29 de abril de 2026, no auditório do Sinduscon Corporate, em Curitiba/PR, o seminário técnico “Gestão de Riscos Psicossociais: Responsabilidades e Desafios da NR-01”. O encontro reuniu representantes do setor da construção civil, especialistas e autoridades para debater as novas exigências relacionadas à saúde e segurança no trabalho. A atividade contou com a parceria do Crea-PR e ...

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FETRACONSPAR realiza reunião com os sindicatos filiados com data-base e…

Nesta segunda-feira (27/04/2026), dando sequência à programação da Campanha Salarial Unificada – 2026/2027, a FETRACONSPAR, realizou reunião conjunta com os sindicatos filiados para avaliação, adequação e deliberação das propostas aprovadas nas assembleias das categorias com data-base no mês de Junho. As entidades prepararam as pautas, que serão encaminhadas aos sindicatos patronais. Elaboração: FETRACONSPAR, 27 de ab...

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A delegação da NCST do Paraná marca presença de forma expressiva na Con…

Realizada nesta quarta-feira (15), em Brasília. Com mais de 120 dirigentes sindicais, o grupo levou ao encontro a força da organização estadual e reforçou o compromisso com a construção de uma agenda unificada em defesa dos trabalhadores brasileiros. Representando diversas categorias profissionais, os dirigentes da NCST/PR participaram ativamente dos debates que consolidaram a nova Pauta da Classe Trabalhadora para o períod...

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FETRACONSPAR realizou reunião de diretoria em Brasília e organiza parti…

A Diretoria da FETRACONSPAR realizou, nesta terça-feira, 14 de abril de 2026, uma importante reunião no auditório da CNTI/CNE, em Brasília (DF). O encontro reuniu dirigentes sindicais de diversas regiões do Estado do Paraná, com o objetivo de alinhar ações e discutir pautas estratégicas voltadas ao fortalecimento da categoria. Entre os principais temas debatidos estiveram as negociações coletivas e a organização da participaç...

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A FETRACONSPAR realiza Treinamento do Aplicativo de Fiscalização e Brig…

A FETRACONSPAR realiza durante o período de 06 a 08/04/2026 em Curitiba/PR, em parceria com o SINTRACON CURITIBA, o Treinamento do Aplicativo de Fiscalização e Brigada Sindical. O encontro reuniu dirigentes e Técnicos de Segurança no Trabalho dos sindicatos filiados, com o objetivo de promover a capacitação prática e o aprimoramento das atividades de fiscalização nos ambientes laborais, bem como fortalecer a atuação das b...

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Realiza-se Reunião da Diretoria da FETRACONSPAR em Curitiba

A Diretoria da FETRACONSPAR realiza nesta quinta-feira, 26 de março de 2026, uma importante reunião na sede da entidade, em Curitiba. O encontro reuniu dirigentes sindicais de diversas regiões do estado com o objetivo de alinhar ações e discutir pautas estratégicas para o fortalecimento da categoria. Entre os temas debatidos estiveram as negociações coletivas em andamento. A reunião foi conduzida pelo presidente da FETRA...

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A reforma trabalhista de 2017 resultou em uma economia estimada de R$ 15 bilhões entre 2022 e 2024, mas seus efeitos vêm perdendo fôlego, na esteira de decisões das cortes superiores.

A conclusão é de um estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), do Movimento Brasil Competitivo (MBC) e da Fundação Getúlio Vargas (FGV), divulgado nesta sexta-feira (3/10).

O trabalho buscou mensurar economicamente os reflexos da alteração das normas trabalhistas contra o chamado Custo Brasil — a soma de fatores que encarecem a produção e operação de empresas no país.

Os pesquisadores desenvolveram uma fórmula que permitiu estimar que a economia potencial causada pela redução de processos trabalhistas no país, que foi de R$ 8 bilhões em 2022 e R$ 6 bilhões em 2023, caiu para R$ 699 milhões em 2024.

Número de processos

Na contabilidade do estudo, o número de litígios é fator de suma importância. E eles vêm crescendo no Brasil, depois de queda brusca justamente por conta da reforma. Em 2017 foram 2,65 milhões de novos casos, contra 1,75 milhão no ano seguinte.

Em 2020, ano da pandemia de Covid-19, as varas do Trabalho registraram 1,48 milhão de novos processos, número que vem crescendo desde então. Em 2024, esse montante passou para 2,12 milhões — patamar semelhante ao de 2011, quando foram 2,15 milhões de ações ajuizadas.

Para as entidades responsáveis pelo estudo, esse cenário reforça a importância da preservação e continuidade da modernização trabalhista no Brasil. A comparação com países desenvolvidos reforça essa perspectiva.

Em 2024, por exemplo, o Brasil tinha 9.961 de ações trabalhistas por milhão de habitantes. Os países integrantes da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) registraram média de 3.486 por milhão de habitantes.

“A reforma trabalhista foi fundamental para reverter o gargalo histórico da judicialização, mas a atual curva de crescimento nos distancia da média da OCDE e reforça a urgência de estruturarmos novas agendas para simplificar a legislação, atacar os focos de insegurança jurídica e garantir, assim, um alívio real e perene ao Custo Brasil”, afirmou Rogério Caiuby, conselheiro executivo do MBC.

Reforma suavizada

De acordo com o estudo, entre os fatores responsáveis pela desaceleração dos efeitos da reforma estão decisões do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior do Trabalho facilitaram o acesso à Justiça.

Uma delas diz respeito à introdução na Consolidação das Leis do Trabalho dos artigos 790-B e 791-A, que previam que a parte que perder a ação deveria pagar os honorários periciais e de sucumbência de 5% a 15% sobre o valor em discussão.

Se a parte vencida fosse hipossuficiente, os valores poderiam ser descontados de créditos obtidos na mesma ou em outra ação. Em 2021, o STF invalidou esse trecho, ao julgar a ADI 5.766.

Não há dados para mensurar o impacto da decisão do Supremo, mas o estudo considera plausível considerar que influenciou no aumento do número de processos, porque isso reduziu o risco ao beneficiário da Justiça gratuita de pagamento de honorários em casos com pedido de perícia, muito constantes.

Outra decisão importante foi do pleno do TST, que determinou que juízes têm o dever de conceder a Justiça gratuita aos litigantes recebem até 40% do limite máximo dos benefícios do Regime Geral de Previdência Social (cerca de R$ 3,3 mil mensais). Quem recebe mais pode pedir o benefício por meio de uma declaração de pobreza.

“Decisões do STF e do TST reduziram o risco de o reclamante arcar com custas judiciais e com honorários advocatícios caso não tenha sucesso na ação, se ele for beneficiário da Justiça gratuita”, afirmou Alexandre Furlan, presidente do Conselho de Relações do Trabalho e Desenvolvimento Social da CNI.

Litigância predatória

“Nos últimos anos temos observado o aumento do ajuizamento de ações em massa, muitas vezes com petições padronizadas e alegações genéricas. Essa prática, também conhecida como litigância predatória, além de aumentar os custos com a litigiosidade trabalhista no Brasil, prejudica o acesso à Justiça para quem realmente precisa se socorrer do Judiciário, e sobrecarrega o sistema”, alertou.

Para Luiz Gustavo Barbosa, gerente executivo da FGV Projetos, o desafio é impedir retrocessos e consolidar um ambiente mais eficiente proporcionado pela reforma trabalhista.

“Quando há regras claras e respeitadas, todos ganham: a Justiça atua de forma mais eficiente, as empresas planejam com mais segurança e o trabalhador tem garantias mais sólidas”, diz.

Clique aqui para ler o estudo

CONJUR

https://www.conjur.com.br/2025-out-03/reforma-trabalhista-perde-folego-depois-de-gerar-economia-bilionaria-ao-pais/


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